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“Se não derrotar Tarcísio, não vai sobrar Estado de São Paulo”, afirma deputada Mônica Seixas

Graciela Zabotto     -
28 de abril de 2026

A deputada estadual Mônica Seixas, pré-candidata à reeleição pelo mandato coletivo Movimento Pretas, defendeu que o PSOL deveria lançar candidatura própria ao Governo do Estado de São Paulo — mesmo com um cenário que, até aqui, caminha para uma polarização entre Fernando Haddad (ex-ministro da Fazenda e pré-candidato) e o governador Tarcísio de Freitas (que deve disputar a reeleição).

Questionada qual seria esse nome do PSOL, Mônica Seixas citou o próprio e de uma vereadora de São Paulo. “Eu me colocaria à disposição. Tem também a minha colega Luana Alves, que é vereadora de São Paulo e é uma grande parlamentar e se colocou à disposição, então acho que sim, que o PSOL deveria lançar candidatura”, disse em entrevista ao Diário da Região.

Embora defenda essa possibilidade, a parlamentar afirmou que o principal objetivo de seu grupo político neste pleito é evitar a vitória de Tarcísio. Segundo ela, o governo estadual foi “cruel com o povo de São Paulo”.

Dentre os pontos citados por Mônica Seixas como precários na gestão Tarcísio estão: Saúde, Educação e a implantação de pedágios.

“O ataque aos serviços públicos fez com que os hospitais regionais ficassem cada vez mais precarizados. A extinção da fábrica de remédio popular, pois faltam medicamentos para colesterol e pressão alta. Todo mundo está com medo dos free flows. A educação está um caos: não há um estudante da rede pública estadual que não esteja com aula vaga agora, devido à demissão em massa de professores”.

Sem poupar críticas, ela ainda disparou ao comentar a gestão estadual: “Tarcísio foi horrível para o Estado de São Paulo e a nossa prioridade é derrotar o governo Tarcísio porque senão não vai sobrar Estado de São Paulo”.