24 de maio de 2024 17:25

Emidio diz que “escola não é quartel” sobre escola cívico-militar
DEIC "estoura" mega galpão com peças de carro sem nota fiscal em Osasco
UBS do Munhoz será transformada em Pronto-Atendimento 24 horas
Projeto que substitui sinais sonoros nas escolas é aprovado em Osasco
Cemitério dos Girassóis será reformado e vai ganhar 4 mil jazigos
Caminhão baú sobe em pilastra de concreto na Raposo Tavares

24 de maio de 2024 17:25

Emidio diz que “escola não é quartel” sobre escola cívico-militar
DEIC "estoura" mega galpão com peças de carro sem nota fiscal em Osasco
UBS do Munhoz será transformada em Pronto-Atendimento 24 horas
Projeto que substitui sinais sonoros nas escolas é aprovado em Osasco
Cemitério dos Girassóis será reformado e vai ganhar 4 mil jazigos
Caminhão baú sobe em pilastra de concreto na Raposo Tavares
Tiffany agradece apoio do vôlei Osasco após "like" transfóbico do Sesc/RJ

Divulgação

Da redação     -
27 de fevereiro de 2024

Osasco e Sesc Flamengo fazem, nesta terça-feira (27), às 21h, pela Superliga Feminina de Vôlei, um duelo de gigantes. Time carioca é líder e o osasquense, vice.

O jogo acontece após polêmica de “like” dado pelo administrador da página do Sesc/RJ em postagem transfóbica contra Tiffany Abreu, do Osasco.

O assunto virou polêmica nas redes sociais e a pressão levou os dois clubes a se posicionarem.

Cerca de três horas depois, o Sesc Flamengo apagou o comentário e fez um post pela mesma rede social, assumindo o erro pelo ‘like’ e afirmando compromisso de evitar erros futuros.

O comentário foi imediatamente excluído quando identificado. Justamente pelo seu conteúdo, que continha insulto e preconceito.

Esse não é o primeiro caso de transfobia na modalidade. Em vídeo Tiffany pediu para as pessoas pararem com qualquer tipo de ataque às pessoas na internet.

“Vamos apresentar um voleibol maravilhoso e um jogo maravilhoso, porque é isso que o torcedor quer. Chega de transfobia. Fico muito feliz que vocês estão lutando comigo esta luta, porque a LGBTQIA+ fobia não é uma luta só das pessoas LGBT, mas de todos nós”.

Tiffany respeita todas as regras físicas e hormonais impostas pela CBV (Confederação Brasileira de Vôlei), e por órgãos internacionais, para que possa defender um time feminino sem causar prejuízo físico ao adversário. A atleta é submetida regularmente a testes de testosterona.