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Tiros estouraram lado direito de crânio do secretário-adjunto

Divulgação

Da redação     -
09 de janeiro de 2025

As primeiras pessoas a terem acesso à Sala de Reunião da prefeitura de Osasco para resgate do secretário-adjunto da Segurança Pública, Adilson Custódio Moreira, presenciaram cenas de um filme de terror.

Adilson foi assassinado pelo guarda municipal Henrique Marival Sousa, na segunda-feira (6), com oito tiros de pistola 40. Quase todos disparados contra a cabeça do secretário.

Relatos apontam que os disparos estouraram parte do crânio do lado direito. A morte foi instantânea. Moreira estava sentado e desarmado.

O revólver do secretário havia ficado no sofá de sua casa, na rua Atílio Delanina, 158, na Vila Campesina, em Osasco. A arma estava debaixo de um boné.

Henrique ainda manteve a porta trancada, com o secretário morto e sangrando dentro do cômodo, por quase duas horas. Período em que negociava sua rendição com o Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais) da Polícia Militar.

O crime aconteceu após discussão entre ambos por causa da escala de trabalho do GCM.