19 de julho de 2026 00:15

Prefeitura de Carapicuíba faz mutirão de serviços públicos no Ariston neste sábado
Korea Fest Brasil reúne gastronomia e cultura coreana com entrada gratuita
Vítimas de acidente na Avenida Marginal do CSU podem perder as pernas
PM prende traficante com 1740 porções de drogas em apartamento da CDHU de Itapevi
Acidente grave deixa dois feridos na Avenida Marginal do CSU em Carapicuíba
Carapicuíba terá mais de 2 mil câmeras de monitoramento, diz prefeito

19 de julho de 2026 00:15

Prefeitura de Carapicuíba faz mutirão de serviços públicos no Ariston neste sábado
Korea Fest Brasil reúne gastronomia e cultura coreana com entrada gratuita
Vítimas de acidente na Avenida Marginal do CSU podem perder as pernas
PM prende traficante com 1740 porções de drogas em apartamento da CDHU de Itapevi
Acidente grave deixa dois feridos na Avenida Marginal do CSU em Carapicuíba
Carapicuíba terá mais de 2 mil câmeras de monitoramento, diz prefeito

Tribunal de Justiça torna réu Saul Klein, filho do fundador das Casas Bahia, por exploração sexual e prostituição

Da redação     -
15 de maio de 2026

O Tribunal de Justiça de São Paulo tornou réu o empresário Saul Klein, filho do fundador das Casas Bahia, pelos crimes de organização criminosa, exploração sexual, favorecimento da prostituição e tráfico de pessoas envolvendo menores de idade.

A decisão aponta aliciamento de mulheres e adolescentes com promessa de trabalho. A defesa afirma que as relações eram consensuais. O caso segue em segredo de Justiça.

Durante o processo de Inquérito Policial, a delegada Priscila Camargo, na época titular da Delegacia de Defesa da Mulher de Barueri, indiciou Saul Klein e outras 9 pessoas por crimes sexuais contra 14 mulheres.

A investigação teve início em 2020. As 14 mulheres relataram terem sido vítimas de abusos sexuais cometidos por Saul Klein.

Uma agência aliciava mulheres altas, magras e pobres para trabalharem para Klein. Era oferecido trabalho como modelo. Depois, os serviços a serem prestados iam além dos anunciados.

A ação envolvia agentes, motoristas e até médicos que atendiam o grupo de mulheres, que deveriam permanecer por dias em uma “mansão”, à disposição do “príncipe”, onde eram realizadas festas particulares. Muitas destas festas aconteceram em Alphaville, bairro nobre de Barueri. (com informações do site Migalhas e Globo News)