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Um engenheiro é o mentor do sequestro a um empresário de Barueri

Maranhão Gomes     -
05 de março de 2026

Um engenheiro e seu primo foram os mentores do sequestro de um empresário de Barueri cujo prejuízo financeiro ultrapassou R$ 140 mil em transferências bancárias.

A informação foi dada pelo delegado, Adair Marques Júnior, que descobriu o envolvimento dos dois após a prisão de um dos integrantes da quadrilha que confessou que o sequestro foi “fita dada” pelo engenheiro que sabia que o empresário tinha dinheiro.

O caso sofreu reviravolta durante as investigações. O engenheiro Francisco Jonas Maciel, inicialmente, foi considerado vítima e, somente nas últimas semanas, a Polícia Civil descobriu ser ele o mandante do crime.

Entenda o caso: No dia 6 de janeiro, o empresário marcou uma reunião com o engenheiro e um mestre de obras para discutir a reforma do galpão. Durante visita ao local, quatro criminosos sequestraram os três.

Por quase quatro horas, o empresário foi mantido refém até que fossem transferidos os R$ 140 mil que ele tinha em contas bancárias.

Um dos quatro bandidos, que depois foi descoberto ser primo do engenheiro, pegou o carro do empresário e foi até uma joalheira, em São Paulo, comprar joias com o dinheiro transferido e com os cartões de crédito do empresário.

Todo mundo foi liberado. E mesmo a quadrilha sendo violenta, ninguém sofreu agressões mais severas.

Depois de alguns dias, a polícia chegou a um dos sequestradores, o mais violento deles, que foi preso e entregou o engenheiro e o primo dele.

No decorrer das apurações, a equipe do delegado Adair desmantelou toda a quadrilha e colocou sete atrás das grades. O oitavo integrante foi identificado, mas está foragido.

Na fase mais avançada da investigação, a polícia descobriu que a quadrilha era formada por familiares: além do engenheiro Francisco e o primo dele Marco Aurélio Maciel, um tio e um sobrinho (identificados como Julio Omar de Jesus Alves e Vinícius Augusto Alves de Almeida) compunham a gangue.

A quadrilha tem diversas passagens pela polícia por roubo com restrição de liberdade, lavagem de dinheiro e associação criminosa. O engenheiro tinha a ficha limpa até então.