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Vereador acusado de ligação com PCC diz que filho faltou à escola após ouvir que pai era bandido

Graciela Zabotto     -
26 de agosto de 2026

O vereador Eduardo Bezerra (PSB), alvo da Operação Cátaros, do Ministério Público de São Paulo (MPSP), disse que o filho dele, de 11 anos, ficou uma semana sem ir à escola depois que o nome do parlamentar foi citado na investigação.

A operação apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Eduardo falou sobre o impacto na família durante a sessão da Câmara Municipal de Cotia, na terça-feira (25).

“O nosso nome está exposto em todas as redes sociais e mídias. Jogam o nosso nome na lama para depois apurar. O meu filho de 11 anos ficou uma semana sem ir para escola porque falavam que o pai dele era bandido”, disse na tribuna.

Eduardo também afirmou que passou a perceber olhares de desconfiança quando vai à igreja. Ele disse entender a reação por causa da forma como o caso foi apresentado.

Além de Eduardo Bezerra, os vereadores Serginho Luiz (PSB) e Yago Bezerra (União Brasil) foram alvos de mandados de busca e apreensão sob a mesma suspeita: lavagem de dinheiro ligado ao PCC.