12 de dezembro de 2025 15:51

Moradores encontram escorpiões dentro de casa no Padroeira; lixo também atrai porcos
Cioeste entrega placa “Destaque com Orgulho” a nomes atuantes na pauta LGBTQIAPN+
São Roque conquista primeiro lugar no Prêmio Município VerdeAzul
Avião sai da pista durante pouso no Aeroporto Catarina, em São Roque
Vídeo mostra policial e bombeiro feridos após mulher em surto explodir casa; veja vídeo
Mulher em surto explode casa com três PMs e três bombeiros dentro; veja vídeo

12 de dezembro de 2025 15:51

Moradores encontram escorpiões dentro de casa no Padroeira; lixo também atrai porcos
Cioeste entrega placa “Destaque com Orgulho” a nomes atuantes na pauta LGBTQIAPN+
São Roque conquista primeiro lugar no Prêmio Município VerdeAzul
Avião sai da pista durante pouso no Aeroporto Catarina, em São Roque
Vídeo mostra policial e bombeiro feridos após mulher em surto explodir casa; veja vídeo
Mulher em surto explode casa com três PMs e três bombeiros dentro; veja vídeo

Vereador dá voz de prisão a outro parlamentar que o chamou de "preto safado"

Divulgação

Graciela Zabotto     -
10 de dezembro de 2024

Nesta terça-feira (10), o vereador Bruno Marino abriu boletim de ocorrência, no 1° Distrito Policial de Carapicuíba, por crime de racismo contra o parlamentar João Naves.

Durante a sessão ordinária da Casa, Bruno Marino deu voz de prisão a João Naves após ser chamado de “preto safado”.

A discussão que originou a frase racista aconteceu na Sala de Reunião da Câmara diante de outros seis vereadores.

Bruno Marino retornou à tribuna e pediu à Mesa Diretora e ao Plenário da Casa que lhe dessem permissão para sair da sessão e ir até a Delegacia prestar queixa.

Segundo Marino, após a confusão, o vereador João Naves estaria escondido nas dependências do Legislativo, possivelmente, na sala de outro parlamentar.

A reportagem procurou João Naves que não foi localizado. O espaço segue aberto para que ele exponha sua versão sobre o desentendimento.

Qualquer cidadão pode dar voz de prisão a outra, tanto pode ser advogado, juiz, um cidadão comum ou um desembargador. Entretanto, o advogado, os juízes e os desembargadores possuem foro privilegiado. Então, para que isso ocorra, esse crime tem que ser inafiançável.