17 de outubro de 2026 09:11

Trem intercidades tem edital adiado para 2027
Atendimento veterinário gratuito chega no Jardim Paulista neste sábado
Homem é preso após tentar furtar bar em Itapevi; ele já tinha passagens pela polícia
PM prende mulher procurada pela Justiça por racismo em Itapevi
Barueri inaugura pronto-socorro no Jardim Graziela neste sábado
AGMB teme que vitória de Flávio coloque Guardas Municipais em risco de extinção como na ditadura

17 de outubro de 2026 09:11

Trem intercidades tem edital adiado para 2027
Atendimento veterinário gratuito chega no Jardim Paulista neste sábado
Homem é preso após tentar furtar bar em Itapevi; ele já tinha passagens pela polícia
PM prende mulher procurada pela Justiça por racismo em Itapevi
Barueri inaugura pronto-socorro no Jardim Graziela neste sábado
AGMB teme que vitória de Flávio coloque Guardas Municipais em risco de extinção como na ditadura

“Vírus se propaga por falta de repressão às aglomerações”, diz manifesto de sindicatos

(Divulgação)

Da redação     -
04 de março de 2021

Uma aliança de entidades empresariais da região emitiu manifesto sobre a reclassificação do Plano São Paulo, anunciada anteontem pelo governador João Doria, decretando o fechamento por 14 dias de todos os serviços não essenciais.
A medida visa conter a dissiminação do novo coronavírus e evitar o caos na Saúde pública já que o número de casos e mortes subiu nos últimos 40 dias. A aliança reúne o Sindicato Empresarial de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares (SinHoRes Osasco, Alphaville e Região), a Acib (Associação Comercial e Industrial de Barueri) e o Sindicato do Comércio Varejista de Osasco e Região (Sincomércio de Osasco e Região).
No manifesto, as entidades questionam a decisão do governo estadual sobre a medida restritiva que impede diversos setores, dentre eles bares, restaurantes e similares, a abrirem pelos próximos 14 dias.
“Estudos recentes mostraram que não é em nossos estabelecimentos que o vírus está se disseminando. Eleições municipais, transporte público lotado, reuniões de final de ano, festas clandestinas, falta de fiscalização individualizada sobre quem descumpre as regras, falta de toque de restrição durante a madrugada, ausência de repressão de aglomerações, dentre outros, são as verdadeiras causas dessa propagação”, pontuou o manifesto.
Ainda no manifesto, as entidades questionaram sobre os recursos federais que foram destinados aos estados e municípios, durante o início da pandemia. “Por que depois de um ano, com recursos financeiros suficientes e todos os esforços das autoridades, não há leitos de UTI e profissionais de saúde para todos? Se dizem que dobraram o número de leitos, por que não triplicaram? Onde está o planejamento de médio e longo prazo?”.