Polo Tecnológico de Osasco começa em 90 dias com Microsoft e Apple

 Polo Tecnológico de Osasco começa em 90 dias com Microsoft e Apple

Foto: Mari Magdesian

Gerson Pessoa, secretário de Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Econômico de Osasco, revelou que o bairro Vila Yara vai receber um polo tecnológico. A informação foi divulgada durante sua participação no Show Podcast.

“Encontramos um prédio grande, de cerca de 4 mil m², onde iremos iniciar o polo tecnológico”, disse. O local também receberá a Secretaria de Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Econômico (Sedite), o Sebrae, a Microsoft, a Apple e uma empresa de games recém chegada à cidade e ainda não revelada pelo secretário.

“Estamos em fase de locação do espaço e já temos essas parcerias que trazem uma vasta oferta de cursos. A qualificação voltada à tecnologia será realidade em Osasco ainda este ano. Acredito que as atividades comecem em cerca de 90 dias”, completou.

O polo tecnológico também vai oferecer qualificação de mão de obra voltada à tecnologia, com incubadoras de startups e espaços de coworking para ajudar no surgimento de pequenos empreendedores.

“Não iremos apenas disponibilizar espaço e equipamentos. Daremos peso à orientação, para que, além de se desenvolverem, os novos negócios também possam se manter bem colocados e fortes”, explicou Gerson.

A medida é uma forma de antecipar a implantação de um polo tecnológico na cidade. O projeto da prefeitura a médio e longo prazo é revitalizar e modernizar a região do Bonfim para atender grandes empresas 4.0.

“Queremos que o Bonfim centralize as empresas de tecnologia, para isso vamos criar ali todos os atrativos necessários para conquistarmos negócios desse segmento. Estamos atentos a ‘pequenos gênios’ por trás de startups que têm potencial para serem mega empresas, como as já consolidadas no município”, disse o secretário, referindo-se aos unicórnios Mercado Livre, Uber, iFood, Rappi, 99 e Facily. Levantamento recente apontou que a cidade é sede de 1/4 das startups bilionárias presentes no Brasil e 20% das da América Latina.

Da Redação