3 de março de 2024 23:37

Você viu isso? Motoristas saem na porrada na marginal da Raposo
Pré-candidata da extrema-direita diz que constrói base conservadora forte em Osasco
Você viu isso? Homem com facão agride duas pessoas no Calçadão de Osasco
PT realiza plenária para definir plano de governo de Emidio de Souza
Homem perde controle, estoura vidro de cartório e fere funcionária de forma grave
Reforma da rodoviária de Osasco deve começar em 70 dias

3 de março de 2024 23:37

Você viu isso? Motoristas saem na porrada na marginal da Raposo
Pré-candidata da extrema-direita diz que constrói base conservadora forte em Osasco
Você viu isso? Homem com facão agride duas pessoas no Calçadão de Osasco
PT realiza plenária para definir plano de governo de Emidio de Souza
Homem perde controle, estoura vidro de cartório e fere funcionária de forma grave
Reforma da rodoviária de Osasco deve começar em 70 dias
Dois são presos em Osasco e Parnaíba por falsificar charutos

Divulgação

Da redação     -
18 de janeiro de 2024

Policiais do Deic de São Paulo (Departamento Estadual de Investigações Criminais), em apoio às equipes do Rio de Janeiro, cumpriram 24 mandados de busca e apreensão a um esquema de falsificação de charutos.

A operação Cuba Libre aconteceu ontem (16) e teve como alvos estabelecimentos comerciais na cidade de São Paulo e nos municípios de Cotia, Osasco, Santana do Parnaíba e Suzano, todos na Grande São Paulo.

Foram presas 10 pessoas por associação criminosa e crime contra propriedade industrial. Desse total um foi preso em Osasco e outro em Santana de Parnaíba. No total foram apreendidos 460 mil charutos.

O apoio foi da 1ª Delegacia DIG (Antipirataria) que emprega uma força de 50 policiais. A equipe auxiliou agentes da DRCPIM (Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial) do Rio de Janeiro.

A investigação aponta para uma rede que comercializa charutos falsificação como sendo de procedência de Cuba. A ação conta com uma perita para fornecer suporte na identificação dos produtos fiscalizados.

A investigação mostrou que o grupo usava charutos de qualidade inferior e produzia anilhas como as das marcas Cohiba, Monte Cristo, Partagas, Habanos, Monterrey e Romeu e Julieta. Assim, o material era vendido aos consumidores como se fossem originais.

O esquema de produção contava com um homem responsável apenas por produzir artes gráficas usadas nos charutos falsificados, se valendo da parceria com gráficas no Estado de São Paulo para produzir as anilhas falsas.

De acordo com as investigações dos policiais, os donos das empresas estavam cientes de que estavam produzindo material para charutos falsificados.